quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Eraldo Mattos: Minha história com Padre Léo.

O dia 04 de janeiro de 2007 se tornou uma data muito significativa, porque nele a gente celebra a chegada do Padre Léo ao céu. E pra nós foi um dia interessante porque muita coisa mudou dentro da CODIMUC. Saí um pouco depois das 19h e, descendo as escadas, onde temos um vidro muito grande, que dá pra ver a Canção Nova, olhei e vi um arco-íris muito bonito. Me deu uma sensação diferente, porque estava rolando a notícia de que o padre Léo estava muito ruim... Voltei, entrei numa sala, pedi a máquina fotográfica e disse: “vamos tirar uma foto daquele arco-íris porque ele é um sinal de Deus”. Tiramos esta foto que você vê abaixo. E tudo o que aconteceu em seguida pra nós é muito significativo.

Amanhã, dia 05, faz exatamente 34 anos que me converti. Quando vi aquele arco-íris, senti que Deus estava dando um sinal de aliança. Aliança entre o céu e a terra, aliança entre nós na terra: uma aliança de amor. Uma aliança da igreja católica, que precisa repensar e reviver muito daquilo que se falou, que se pregou, que se viveu.

Quando vi aquele arco-íris sobre a Canção Nova, pensei: “Daqui tem que brotar as cores que vão colorir este planeta”. Talvez o “Léo” seja mais uma das pessoas que Deus precisa no céu pra interceder por este planeta. Quando estávamos fotografando, pedi pra tirar rápido, sem se preocupar com nitidez, porque ele estava desaparecendo.

E todo este sentimento de que Deus estava falando algo ali e que é preciso “tomarmos vergonha na cara”, não tem outro nome. Nós, católicos, temos que saber que em uma vida como a do Padre Léo, que muitos acompanharam a trajetória dele, e que os amigos, companheiros de formação: Dehonianos, Sagrado Coração, Canção Nova, todos tem uma história... Tive a graça de também ter uma história do Padre Léo:

Ele gravou um disco aqui, com a comunidade Bethânia. Era algo muito simples, tanto ele quanto a comunidade. Ambos começavam, estavam nascendo e o CD era pra ajudar a comunidade. Eu lembro que tínhamos dois quartinhos aqui no estúdio. E o Léo dormiu junto com sua comunidade neles, ele ficou aqui enquanto o pessoal estava gravando. E me marcou muito aquele Padre Léo que eu conheci, como ele tinha um sentimento de amor que só hoje nós podemos entender! E durante a gravação, um dia, fomos almoçar em um restaurante e o Léo olhou pra mim e disse assim: “- Eraldo, você percebeu que eu sou o primeiro padre a gravar pela CODIMUC?”; (falou assim, como se fosse a maior vantagem do mundo!), eu já tinha gravado disco de outros padres, mas nenhum tinha sido lançado como CODIMUC. E hoje, quando eu peguei o CD pra olhar, eu vi que o logo da gravadora na época, simbolizava um CD espelhando as cores, que pra nós, quando fizemos a arte, era um arco-íris.

Então eu junto a minha conversão, junto a história da CODIMUC, junto a história da Canção Nova e junto o sinal de Deus. Hoje, Deus sinaliza a nós católicos que é preciso dar a vida. E que dar a vida as vezes é simplesmente sofrer. Todo mundo ficou feliz de ver o padre Léo falando, por um momento passou desapercebido o quanto que ele ainda estava sofrendo e que tamanho era a sua dor. A tal ponto, que poucos dias depois, nem um mês do Hosana Brasil, ele é levado ao céu.

Eu quero dizer a Deus hoje: muito obrigado! Obrigado pela vida do “Léo”, pelo sinal que me deu hoje, Senhor. Obrigado porque mostrando aquele arco-iris sobre a Canção Nova, o Senhor me deu a esperança de viver uma igreja una, santa e pecadora, debaixo do Seu céu. O Senhor sabe o quanto o Léo conversou e partilhou coisas comigo e o quanto eu pude conversar com ele. E peço que agora, junto com João Paulo II, com Maria Santíssima e com todos os anjos e santos, tudo o que ele sonhava e tinha dentro do coração, se transforme numa oração que ecoe por todo o céu e faça abalar a terra, porque anjos precisam vir sobre esta terra e mudar os nossos corações. E temos que juntar o pedido, principalmente os jovens, porque o Padre Léo falava muito pra vocês: percam este “raio” deste medo de encarar este mundo, de dizer que são católicos e que querem respeito pela maneira de vida que escolheram. Percam o medo olhando para um homem que vocês viram pulando e saltitando, mas que viram também morrer num leito de dor. Será que não vale a pena termos um pouco de dor na nossa vida, porque Deus sempre nos mostra o arco-iris, a esperança? Mas o que é dor para quem tem um arco-íris? Para quem tem esperança?

Eu agradeço a Deus por toda a história do Padre Léo, do meu amigo Léo, na história da CODIMUC, na história do ministério Anjos de Resgate, que ele sempre foi um cara que nos ajudou demais e de todos os artistas da CODIMUC, porque ele sempre abriu as portas para todos nós. E um dia ele me pediu: - Eraldo, grava o Paulo Cesar, eu preciso que você grave, que você o ajude. E nós gravamos sendo obedientes ao amor. E só Deus sabe a obra que nasce das sementes de amor.

No disco “Vida” a gente celebra a morte do amigo Padre Léo.

Celebramos aquilo tudo que você deixou em vida para nós: a sua história, mesmo dizendo que cantava mal, você foi a semente aqui na CODIMUC, da música católica de qualidade. Se hoje vivemos este slogan é porque você foi o padre a assumir que você era o primeiro padre a gravar pela CODIMUC. Obrigado pela sua coragem, pelo seu amor, pelas coisas que só podemos falar depois de muitos anos e as vezes, só depois que a pessoa se vai. Obrigado por tudo que fez por mim, pelos ministérios, pela comunidade Luz das Nações e por ter ajudado a gente na obra de restauração de toda igreja.

Em nome da CODIMUC, dos ministérios envolvidos conosco, digo: você é uma semente no céu de tudo aquilo que a gente guarda no coração, das dores que vivemos e das verdades que temos que silenciar, você as levou pro céu... Eu acredito que uma árvore de amor vai nascer na Terra, com frutos de perdão e reconciliação. Amém!

Eraldo Mattos
eraldo@codimuc.com.br

Bispo de Garanhuns nomeado para o Supremo Tribunal da Igreja Católica

No dia 25, no Vaticano, o papa Bento XVI nomeou o bispo de Garanhuns (PE), dom Fernando José Monteiro Guimarães, membro do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica (Supremo Tribunale della Segnatura Apostolica).

Dom Fernando nasceu em 1946 em Recife e fez sua profissão perpétua na Congregação Redentorista em 1969. Doutor em teologia moral pelo Afonsianum de Roma e licenciado em direito canônico pela Universidade de Navarra, trabalhou desde 1994 em Roma como “capo ufficio” da Congregação para o Clero, até ser nomeado Bispo de Garanhuns em 2008 pelo Santo Padre.

Cinco dedos de uma mão são mais que suficientes para contar os bons bispos do Brasil, fiéis ao Papa e pregadores do autêntico Evangelho de Jesus Cristo.

A nomeação foi feita, mas não vi ou li ninguém na internet comentando sobre o assunto. Acho importante tal nomeação e, de certa forma, ela garante um bom futuro ao bispo. Ele trabalhará com Dom Burke, em Roma. Alguém pode querer coisa melhor?

Esperamos ouvir, em alguns anos, o nome de Dom Fernando como arcebispo! Agora Dom Fernando entra na minha lista especulativa para a sucessão de Dom Majella Agnelo. Quem sabe a Sé Primacial do Brasil, ainda sem um nome para o futuro próximo, não ganha um bom cardeal! Bento XVI pode começar a surpreender os católicos brasileiros da mesma forma como está agindo na Bélgica, França e EUA!

Rezemos

Autor: Danilo Augusto - blog igreja una

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Carnaval: brincar ou se retirar?

Não se conhece ao certo a origem do carnaval, assim como a origem do nome. Historicamente trata-se de uma festa popular coletiva, transmitida oralmente através dos séculos como herança das festas pagãs, realizadas entre 17 de dezembro (Saturnais - em honra a deus Saturno, na mitologia grega) e 15 de fevereiro (Lupercais - em honra a Deus Pã, na Roma Antiga).

Cada corrente de estudiosos adota uma provável origem. Há os que afirmam que a comemoração do carnaval tem suas raízes em alguma festa primitiva, de caráter orgíaco, realizada em honra do ressurgimento da primavera.

No início da Era Cristã, a Igreja deu uma nova orientação às festividades do carnaval. O Catolicismo não adotou o carnaval, mas deu à festa popular um novo sentido, já que ela foi anexada ao calendário religioso antecedendo a Quaresma. É uma festa de características pagãs que termina em penitência, na dor de quarta-feira de Cinzas.

As raízes do termo que dá nome à festa de Carnaval também têm sido objeto de discussão. A palavra seria derivada da expressão do latim "carnem levare", modificada depois para "carne, vale!" (adeus, carne!), palavra originada entre os séculos XI e XII que designava a quarta-feira de cinzas e anunciava a supressão da carne devido à Quaresma.

No Brasil, o carnaval chegou no período da colonização como herança da entrada dos portugueses. Anos mais tarde, no início do século XX, a festa foi incrementada com elementos africanos, que contribuíram na originalidade.

Foi também no Brasil que o carnaval passou a ser um momento oportuno para um encontro pessoal com Deus. Quatro dias de alegria, música e diversão longe dos confetes e serpentinas. Milhares de fiéis católicos se reúnem pelos quatro cantos do país em pequenos ou grandes encontros, promovidos pela Igreja.

Se for brincar o Carnaval faça-o com alegria, mas tendo o bom senso de evitar os exageros. Caso queira tranqüilidade e paz faça um retiro: seja de forma particular com sua família em um recanto afastado da folia ou de forma coletiva num dos retiros promovidos pela Igreja.

Bom Carnaval! Deus abençoe e proteja!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Como experimentar a Fé?

Já comentei aqui e no meu blog que Deus está sempre enviando Anjos para me consolar, me exortar ou me ensinar. Hoje um Anjo me enviou esta mensagem aqui:

Dor é consequência de um apego inútil! Deixa ir... Deixa rolar...

Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie em Deus e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!

Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse. Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!

Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”!

É bom a gente ficar atento, pois há sempre um Anjo de Deus ao nosso redor… Obrigado, Senhor!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Homem precisa do amor que só Deus pode dar, diz Bento XVI

"Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais íntimo, que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado à sua imagem e semelhança".

Bento XVI faz essa reflexão em sua Mensagem para a Quaresma deste ano, que tem como tema "A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo" (Rm 3, 21-22).

O texto foi divulgado na manhã desta quarta-feira, 4, durante uma coletiva de imprensa realizada no Vaticano. Participaram do evento o presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, Cardeal Paul Josef Cordes, o presidente emérito do Parlamento europeu e Presidente da Fundação Konrad Adenauer, professor Hans-Gert Pöttering, e o vice-secretário do Pontifício Conselho Cor Unum, monsenhor Giampietro Dal Toso.

Justiça

O Papa explica que o homem é permanentemente tentado a colocar as origens da injustiça em causas exteriores. "Esta maneira de pensar - admoesta Jesus - é ingênua e míope", destaca.

Bento XVI deixa claro que "a injustiça, fruto do mal, não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal".

A autossuficiência seria a própria origem da injustiça e o principal obstáculo para que o homem possa entrar na justiça de Deus. "Qual é, portanto, a justiça de Cristo?", questiona o Pontífice. "É, antes de mais nada, a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura a si mesmo e os outros", responde.

Conversão

Bento XVI salienta que a verdadeira conversão é "sair da ilusão da autossuficiência para descobrir e aceitar a própria indigência - indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade".

O Santo Padre conclui a mensagem ensinando que "o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor".

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Novo repertório do Dom de Resgate



O nosso novo repertório consta de releituras das músicas do cd Abra os Olhos, composições inéditas como esta que publicamos no Youtube - Recomeçar e outras covers, como a do cd mais recente do Rosa de Saron - Minha Triste Imperfeição.

Estamos todos empenhados para retornar o mais breve possível com nosso show...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dom de Resgate no Palcomp3!

Criamos nosso perfil no palcomp3 onde você pode saber mais sobre a banda, ouvir e baixar nossas músicas.

Vamos acessar lá, ouvir, baixar e comentar, galera! Vamos colocar a música católica no hank que merece!

Acesse: http://palcomp3.com/domderesgate/

Celebração Eucarística marcará o encerramento das homenagens pelo Centenário de Dom Hélder Câmara

No próximo domingo, dia 07 de fevereiro, haverá, na Igreja das Fronteiras, às 10h, a Celebração Eucarística que marcará o encerramento do ano centenário de Dom Hélder Câmara.

A Missa que fará alusão a liturgia de 07 de fevereiro de 1909, dia do nascimento de Dom Hélder, contará com a presença do Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Antônio Fernando Saburido, do atual assessor político da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Padre Ernanne Pinheiro, sacerdote muito ligado a Dom Hélder. Estarão presentes também, outros sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, seminaristas e leigos nesta última homenagem oficial a Dom Hélder dentro do cronograma do seu centenário.

Após a Celebração, o Padre Ernanne lançará, no espaço Dom Lamartine, área ao lado da Igreja das Fronteiras, o livro "Memória e Missão: Experiências de vida", uma autobiografia na qual dedica grande espaço aos momentos vividos junto ao então Arcebispo de Olinda e Recife, falecido em 1999.

Apresentações carnavalescas fecharão as homenagens a Dom Hélder que nasceu numa segunda-feira de carnaval e admirava a folia pernambucana e as artes em geral.

A comissão que organizou as homenagens do centenário de Dom Hélder é composta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Regional Nordeste 2 (CNBB NE2), Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), Arquidiocese de Olinda e Recife (AOR) e Instituto Dom Helder Camara (IDHEC).

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Paulo DR e o cd solo Gratidão.

Há alguns dias atrás resolvi gravar um cd solo e muita gente ficou a perguntar se tinha saído da banda Dom de Resgate e outras coisas que nem tenho coragem de expor aqui.

Quero deixar bem claro para todo mundo que este cd é um agradecimento a Deus pela melhora na saúde de minha filha e também a realização de um projeto que guardo a muito tempo no coração.

Mas se Deus quiser que este trabalho se torne em carreira solo, aceitarei com prazer esta nova missão sem, por isso, abandonar a obra que Ele confiou a mim a seis anos atrás.

Tenho o apoio de todos do DR e este cd tem sido de grande incentivo para a gravação futura do novo trabalho desta banda.

Quero frisar que estamos todos, firmes e fortes, empenhados na produção do show da banda DR com formação nova e estilo renovado. Acreditamos que vão gostar das novidades!

Peço a todos que orem pelo cd Gratidão e pela volta em breve da banda Dom de Resgate. Deus abençoe a todos!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

CNBB e governo discutirão o Programa Nacional de Direitos Humanos

O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos (Sedh), Paulo Vanucchi, se encontrará com o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Dimas Lara Barbosa, na tarde desta terça-feira, 2.

A pauta do encontro será o texto do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que prevê, entre uma série de ações, a "aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos".

Já na sexta-feira, durante visita à Campus Party, em São Paulo, Vanucchi disse que o governo alteraria o texto. Uma nova versão deve ser apresentada em duas semanas.

"A formulação que nós fizemos é a única que já anunciamos com humildade e reconhecimento de erro, que é, sobretudo, meu. A defesa do aborto no texto se assenta na autonomia das mulheres para decidir sobre seu próprio corpo. É uma formulação do movimento feminista", disse o ministro.

Apesar da ressalva, Vanucchi deixou claro que o debate sobre a questão do aborto não pode "recuar".

"Para fazer a formulação que corrige, sem criar uma nova controvérsia, eu preciso fazer uma discussão com a CNBB, que tomou a iniciativa, e com quem mais queira, desde que não envolva recuar no debate sobre a questão do aborto. Em direitos humanos é preciso valorizar sempre o direito à divergência, a verdade é sempre filha do tempo", defendeu.

O que é o PNDH-3?

O Programa foi apresentado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (Sedh) da Presidência da República em 21 de dezembro de 2009; é visto como uma ação integrada de governo e política de Estado, que não deve ter sobressaltos com a alternância de poder.

Estão previstas mais de 500 ações programáticas em diversas áreas, elencadas em um texto com mais de 200 páginas. O documento é estruturado em seis eixos orientadores, subdivididos em 25 diretrizes, 82 objetivos estratégicos e 521 ações programáticas.

A primeira versão do Programa (PNDH-1) foi lançada em 1996, com especial ênfase em direitos civis e políticos. Em 2002, o texto foi revisto e publicado o PNDH-2, que destacou direitos econômicos, sociais e culturais. A revisão agora proposta buscaria tratar de forma integrada múltiplas dimensões dos Direitos Humanos.